Buscando os Castelos de Pedra

Saimos de Caxias do Sul por volta do meio dia e depois de percorrer aproximadamente 120 km, entramos na estrada de chão em direção à Serra do Faxinal, que dá acesso ao Parque Nacional de aparados da Serra, onde está o Itaimbezinho. O percurso é tortuoso, cheio de pedras grandes e muito barro. É preciso ter cuidado para não furar pneus (o que é bem comum) ou comprometer a mecânica de carro e atrasar a viagem. A velocidade possível nessa estrada varia entre 20 a 30 km/h.
O sol brilhou até a entrada da estrada de chão, o que nos deu tranquilidade e alimentou expectativas de boa visibilidade do cânion. Ao aproximarmo-nos mais da entrada da reserva, fomos supreendidos pela neblina que sutilmente nos foi envolvendo até praticamente não conseguirmos mais ver. Esse tipo de manifestação natural, conhece bem quem mora no Rio Grande do Sul e sabe que a umidade do ar se torna tão densa que é como se houvessem baixado uma cortina branca na frente do caminho. A decepção tomou conta de todos. Precisamos diminuir ainda mais a velocidade, porque a visibilidade era praticamente zero.
Alcançamos a entrada da reserva. Ao perguntarmos a respeito do clima para o pessoal que trabalha na bilheteria do Parque Nacional a decepção aumentou. "Hoje não vai dar pra ver nada" disseram. Ficamos na dúvida entre entrar ou não, mas concluímos que já havíamos chegado até ali e iríamos encarar a paisagem com neblina mesmo.
Começamos visitando o pequeno museu onde há uma maquete dos cânios (inclusive do Cânion de Serra Negra). As funcionárias da reserva falaram sobre o relevo do local. O Parque Nacional de Aparados da Serra tem uma área de 10.250 ha e abriga o Cânion do Itaimbezinho, com cerca de 5,8 Km de extensão e paredões extremamente verticalizados, com até 720 metros de profundidade, nos quais se lança o Arroio Perdizes em uma cascata de cerca de 200 metros. Esse parque conta com infra-estrutura disponibilizada pelo IBAMA, incluindo cerca de 8,5 Km de trilhas demarcadas e acessíveis com guias credenciados. No seu limite está ainda o cânion do Faxinalzinho.
No museu pudemos ver fotos da reserva também. Mas como queríamos tirar as nossas próprias, escolhemos a trilha mais curta: A Trilha do Cotovelo, que se leva 40 minutos para percorrer. Ela passa pelo meio da mata virgem, onde se pode observar, desde árvores de tronco grosso, até arbustos e gramíneas.
As árvores retorcidas, com cipós e musgos mergulhadas em neblina, armavam um cenário sinistro. A quantidade de teias de aranha era incrível e a humidade acumulava nelas gotinhas que pareciam cristal. Não podíamos ver absolutamente nada do Cânion, mas podíamos ter uma idéia do que estava ali por causa do som da queda d´água da cascata do Arroio das Perdizes.
Por causa do frio, precisamos recorrer aos nossos casacos. Por volta das 16h30min, o sol começou a brilhar com mais força. Olhamos com esperança para o céu e percebemos que a neblina se dissipava. Corremos para o mirador e ficamos torcendo para que ela saísse completamente. Não poderíamos ter assistido espetáculo melhor! A neblina dançava sob o calor dos raios do sol. O vento a soprava para fora do cânion. E pouco a pouco foi-se abrindo a fenda...diante de nós, descortinaram-se os cerca de 700m de Cânion.
A planície parece ter sido rasgada ao meio. No topo, pode-se ver o campo e as araucárias e a fenda expõe rochas brancas e negras, com pequenos arbustos que tentam vingar no meio de pedras. Pudemos ver a cachoeira de cerca de 200 m formada pela queda do arroio das Perdizes - que antes apenas ouviamos - tranformar-se lá no fundo da fenda em um riacho fino.
O Itaimbezinho parece um grande salão de dança para os passarinhos, que voam em bando na boca do vale e mergulham até o fundo, como se estivesse lançando-se à àgua, para em seguida subir novamente e voltar ao topo.
Aos poucos, a neblina dissipou-se completamente. O Cânion escancarado à nossa frente, imponente, nos fez sentir toda a força e energia daquele lugar. Nos sentamos para contemplá-lo e para esperar o pôr-do-sol que dava sinais de que a hora se aproximava. Ficamos em silêncio observando a fenda, a cachoeira, os pássaros em seus mergulhos no ar e o sol que pouco a pouco se escondia atrás dos montes. O espetáculo foi esplendoroso. A reserva Nacional dos Aparados da Serra recebe turistas de todo o Brasil e de países vizinhos. "Eu não imaginava que existiam paisagens como essa aqui no Brasil" exclamava Isaque Sicsú, turista de São Paulo. "Que lugar maravilhoso, me faz lembrar o Grand Canion dos Estados Unidos, mas é ainda mais lindo por causa da mistura das araucárias e dos campos gaúchos. Maravilhoso!" exclamava.
Partimos com a convicção de que a região dos Aparados da Serra é destino obrigatório para todos os gaúchos. Quem mora no Rio Grande do Sul não pode deixar de visitar esse que é, com certeza, um dos locais mais lindos do Brasil.


APARADOS DA SERRA
A EXUBERANTE BELEZA DOS CÂNIOS



Há cerca de 150 Km de Caxias, na região nordeste do estado, encontram-se as paisagens selvagens dos Aparados da Serra. Situados no meio dos pampas gaúchos, os cânios escavados no planato vulcânico da Serra deslumbram com a beleza selvagem das suas fendas naturais de até 1000 m acima do nível do mar.
Itaimbezinho e Fortaleza são os principais cânios da Serra Geral e encontram-se em reservas nacionais do nosso estado. Eles fazem da região um dos pólos turísticos de maior expressão do País. O precioso escossistema do local e sua preservação motivaram a criação de dois Parques Nacionais: o primeiro fundado em 1959 - Parque Nacional de Aparados da Serra - e o segundo, em 1992 - Parque Nacional da Serra Geral. As reservas são administradas pelo IBAMA que tem como objetivo a preservação da flora e fauna das paisagens.
A cobertura vegetal predominante é caracterizada pela transição dos Campos de Cima da Serra, em planalto ondulado com suaves coxilhas e vales rasos, para a Floresta Pluvial Atlântica. Ocorre ainda de modo característico na região a Floresta com araucária, cujos pinheiros simbolizam notavelmente todo o planalto da Bacia do Paraná.
A fauna da região reúne espécies raras, entre as quais mamíferos de grande porte como o lobo-guará, a suçurana e o veado-campeiro, além de aves ameaçadas de extinção como o gavião-pato e a águia-cinzenta. O clima na região dos Aparados da Serra é temperado, com média anual em torno de 18º a 20ºC, com mínimas atingindo a -10º nos períodos de maior frio - meses de junho e julho.

Escrito por Carol pierosan às 12h11
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"The Lord is compassionate and gracious, slow to anger, abounding in love.
He will not always accuse, nor will he harbor his anger forever;

he does not treat us as our sins deserve or repay us according to our iniquities.

For as high as the heavens are above the earth, so great is his love for those who fear him; as far as the east is from the west, so far has he removed our transgressions from us. As a father has compassion on hes children, so the Lord has compassion on those who fear him; for he knows how we are formed, he remembers that we are dust. As for man, his days are like grass, he flourishes like a flower of the field; the wind blows over it and it is gone, and its place remembers it no more.

But from everlasting to everlasting the Lord´s love is with those who fear him, and his righteousness with their childre's children - with those who keep his covenant and remember to obey his precepts."


(Psalm 103:8-18)



Escrito por Carol pierosan às 12h41
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INEGÁVEL

inegável...

 

percepções de dias comuns...

Como é possivel olhar e não te ver? te ver e não te entender? te entender e não te amar? te amar e não te seguir? te seguir e não te obedecer? te obedecer e não ser transformado? ser transformado e não crescer...? crescer e não amar-te muito mais? e amando-te tão mais, não amar tudo ao meu redor?

Como é possível que eu simples mortal, julgue meus inimigos, se tu me amou dessa forma, sendo eu inimigo teu? e o mais vil e ingrato inimigo...?

Como, como posso querer qualquer coisa além de contemplar cada feito das tuas mãos?

E eu reclamo enquanto o inverno chega... reclamo da falta que o mar me faz e reclamo que o sol se vai... vou ficando com frio, com sono, com preguiça e imóvel... mas a verdade é que amo essas árvores e o ar gelado e amo essas nuvens que eu vejo melhor porque aqui o céu é azul.

      

 Obrigada porque eu posso te ver, porque eu posso, todos os dias estar com você, dirigindo... esperando o ônibus, com fome ou à mesa, só ou rodeada, com frio, ou embaixo de um monte de cobertores... tua presença faz a existência ser tão melhor... obrigada por tua amizade, que é a coisa mais preciosa, mais importante que eu tenho... a única na verdade... e obrigada pelos cenários que tu monta todos os dias para as minhas fotos... eu agradeço por todas as coisas... ou melhor, eu te peço um coração agradecido por todas as coisas... e procuro, reconhecer tua presença em todos os momentos, porque ela é escancarada diante dos meus olhos.

Todos os dias... todos os dias mesmo... as vezes quando fica frio por muito tempo, é difícil mesmo aceitar que tu queres tal tristeza, esse ou aquele momento de solidão... mas acho que isso faz parte do que é crescer diante de ti.

QUERO...

Aprender a estar "bem" em qualquer circunstância...

De tão grande amor há tanto para conhecer...

da tua reconfortante presença há tanto para se desfrutar... obrigada pela sanidade, obrigada, pela dor que me faz mudar, obrigada pelo tempo que passa... pela juventude que se perde, pela força que se vai... obrigada por lágrimas, obrigada por saudades... obrigada pelas perdas... obrigada por me deixar cair... porque assim eu aprendo a tropeçar menos... obrigada pela frustração... obrigada por destruir e reconstruir meu coração... melhor e mais forte...

e obrigada por esses cantos terrenos tão simples... onde existem bancos brancos embaixo de árvores amarelas... obrigada porque ás vezes eles estão vazios para que eu possa sentar e pensar... Te agradeço porque ás vezes eles estão lotados para que eu precise sentar no chão...

        

 Sentar no chão e sentir dor na bunda me faz lembrar que sou de carne... e fraco... que esse corpo que eu tanto prezo irá apodrecer um dia... cair... mofar e voltar ao pó, exatamente como as folhas amarelas das árvores que existem sobre os bancos brancos...

e quando todas as folhas tiverem caido... e eu tiver minha visão embaçada pela neblina... então me ajude a entender que é graças ao frio à humidade, e à escuridão, que posso saber quão preciosos são a luz, o calor e as cores... que é porque o mal existe, que posso escolher o certo, que é por sofrer que sei o que é me alegrar, que é pela carência que sei o quanto sifnifica um abraço... que é o silêncio que me faz amar a música... que é o calar que me faz falar melhor...que são os gritos que me fazem respeitar o manso, que é a raiva que faz do perdão minha defesa, que é a agressividade que me faz admirar a bondade... que é a "fraqueza" que me faz ser forte...

Se eu andar pelo vale das sombras da morte... até ali... tu me guiarás... tu sondas e conhece o meu coração... mesmo antes de eu falar... de pronunciar ou pensar em qualquer palavra... tu já a conheces bem... não existe passo meu que tu não protejas... e nada que se passa comigo é algo que me ferirá além do que eu possa suportar, ou que será pesado demais para que eu conceba, ou aprenda...

porque já vivi o suficiente para experimentar o amor e saber, que nada, nada mais preenche o vazio que é o meu interior... e o teu amor é maravilhoso, porque se manifesta de inúmeras formas... através das estações do ano... na risca que as ondas do mar deixam na areia da praia... nos cachos do meu cabelo... nos olhos grandes e coloridos de alguém... no cheiro da comida, no cheiro da roupa do meu melhor amigo... teu amor está nas tuas palavras.... palavras que alimentam o meu interior...

São tuas palavras que me dão vida... mais que o pão...teu amor é algo que não depende...da minha condição... de estar catando lixo - como estermina - ou estar me maquiando, como todas as meninas... não depende de quantos livros eu li esse ano e nem de qual foi o último livro que eu li... não depende de ser formado ou não, e nem da minha brilhante carreira profissional... não depende de ser alguém falido, deprimido ou rico e deprimido... não depende do meu sucesso relacional, e tampouco do meu casamento bem sucedido... não está atrelado ao fato de ser a melhor mãe, ou o melhor pai... ou o filho mais obediente,... não depende da minha própria incapacidade de demonstrar amor de uma forma descente.... 

 Nos silêncios te busco ... quase todos os dias... todas as manhãs em que tudo e principalmente eu mesmo pareço inútil, tu fala ao meu coração... que não existo para ser útil... mas existo simplesmente porque tu me ama. É essa a única e exclusiva razão, pela qual eu resolvo entrar no ônibus ... porque todas as outras coisas... todas as outras coisas que eu puder ter, passarão... menos o teu amor e a tua verdade... "seu eu falar a lingua dos homens e dos anjos e souber todos os mistérios e as ciências... e tiver dons como o de profetizar.... mas não tiver amor... eu nada serei"... e se eu só tiver amor...? tudo serei? será...mesmo? acho que sim...

o teu amor é loucura... é restauração total da decadência em que estão todos os seres sem ti... o teu amor, acima de todas as coisas, vem através dos seres que são semelhantes a ti... desses pequeninos bonecos, mais passageiros que as ervas do campo... que um dia nascem e outro morrem, toscos, como a deprimente neblina da manhã...

É incrível o poder que nos conferiste... de sermos amados e amarmos... de sermos um monte de cocô, mas ao mesmo tempo salvadores... de errarmos.. de errarmos muito e feio.... mas de com ínfimos e pequenos acertos, construirmos tanto...

quero me despir da vaidade, pra poder sorrir... com a cara amassada... o olho inchado de chorar... quero sorrir mesmo sendo feio, quero amar, mesmo sendo estúpido, quero perdoar mesmo estando dilacerado, quero falar mesmo sendo louco, quero retribuir tudo o que fez por mim... e o que fizeste por mim foi simplesmente isso... foi... tudo...

Foi me dar a vida sem que eu pedisse... foi me dar o ar, e os dias de sol e de nuvens... me dar as noites de chuva e de estrelas... foi me dar o mar e me fazer morar na serra (pra que eu gostasse ainda mais de mar) foi me fazer amar e perder... e perder... e perder... mas AINDA ASSIM quere amar de novo... foi me dar a Aline, o Léo, o Cris, o Coruja, a Ester, a Mari, a Cassi e o Dinni... Simone... o Dani e a Isa, a Gabi e a Geanni, e a Michele, e a Juli, Frã, Igor... e todos os nomes que para mim... são apenas palavras, vírgulas, pontos e acentos, que escrevem a poesia do teu amor... não há nada como tu...!

      



Escrito por Carol pierosan às 00h13
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TÊNIS ADIDAS...

400 REAIS...



Escrito por Carol pierosan às 23h44
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BERMUDA DE MARQUINHA...

80 PILA VAI....



Escrito por Carol pierosan às 23h33
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CAMISETA DO PV...

20 pila...



Escrito por Carol pierosan às 23h23
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UMA PEREBA NA BOCA...

NÃO TEM PREÇO

!!!!!!!!!!!!

(*hahah.. piada interna!)



Escrito por Carol pierosan às 23h13
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LUTO

 

 

 

Hoje foi o enterro dele, do meu primeiro e único amor...

Morreu velho e cansado

Morreu, de velhice, mas morreu sem dor

 

Era desses amores inocentes

Que nascem de amizade,

Que crescem com a saudade

E que se fortalecem jurando fidelidade...

 

E era sim fiel!

Era sério, esse amor...

Desses que te faz andar de olhos fixos na rua,

Para nem correr o risco de ver...alguém bonito que porventura passar...

“Ninguém é mais belo do que o meu amor”

 

Era desses amores que carregam consigo mil lembranças

Que se apropriam de lugares, de músicas e até de estações...

O meu, falecido amor, gostava de chuva e de frio...

 

E como teimou esse amor...

Lutou com todas as forças, contra as circunstâncias e contra si mesmo

E foi morrer, nos braços frios da realidade...

Essa bruxa cruel que lhe roubou o ar

Lhe tirou a esperança e lhe esfregou na cara a verdade...

 

E desse querido grande amor que nobremente morreu,  

Ficam o que de mais nobre têm os amores:

As vontades - de ser fiel, leal, de ser melhor e mais doce

Do falecido amor, fica o perdão de todos os rancores...



Escrito por Carol pierosan às 17h28
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E fica a bela história pra contar...

História de criança, que corre na rua...

Que idealiza casamento...

Que de presente dá as estrelas e até a lua...

 

Criança que chora a saudade de uma semana,

Que briga com pai, com mãe, que mata aula para ficar junto...

Ou que fica na aula, escrevendo carta “Para você, de quem te ama”

 

O amor envelheceu, velho e cansado, ele adoeceu...

E acabou morrendo sem ser lembrado por ninguém...

Morreu em qualquer canto, ali onde o outro o esqueceu...

 

Mas não por ser defunto, ele é menos belo,

Menos querido e singelo...

É amor pra ser contado, para netos e para sobrinhos...

O meu morto, querido amorzinhu...

 

“Aqui no peito jaz o velho amor.

Nobre e honrado, ele descansa em paz”



Escrito por Carol pierosan às 17h23
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VOCÊ ACREDITA EM FIDELIDADE?

 

“Ajudar o outro a ser fiel a si mesmo

é a maior prova de amor que alguém pode oferecer”

 

Contexto: Happy Hour com Astrid, GNT. A pauta do dia:  FIDELIDADE. 

Os entrevistados discutiam se fidelidade era a mesma coisa que lealdade e se as pessoas acreditavam em fidelidade. 

O Happy hour contava com quatro participantes, uma escritora, a apresentadora do Sexy Time do Multishow, e um outro cara que eu não sei quem era...

Durante o pouco tempo que pude assistir o programa alguns pontos estavam passivos para os quatro participantes... eram estes:

 

- Homens não são fiéis, não adianta nem tentar...

- A discriminação em relação à fidelidade feminina é nociva...

- A traição deveria ser encarada como algo normal dentro da sociedade moderna...

- Fidelidade e Lealdade não são a mesma coisa. As pessoas devem ser leais e não fiéis.

 

Foram abordadas várias formas de traição:

 

- Quando o casal vai junto numa casa para fazer swing e ter relações com outros parceiros não é traição,

mas quando você procura garotos/as de programa sozinho é...

- Quando o cônjuge tem namorados/as e o outro sabe e aprova... não é traição

- Quando a pessoa trai em pensamento... ou imagina outra pessoa durante a relação é traição...

- Quando você tem relações pela internet... é traição

 

Enfim, todos os tipos possíveis e imagináveis...

Mas o que mais me chamou atenção mesmo foi a frase que está como título:

 

“Ajudar o outro a ser fiel a si mesmo é a maior prova de amor que alguém pode oferecer”



Escrito por Carol pierosan às 13h45
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Com isso eles queriam dizer... (e principalmente a escritora, que preciso descobrir o nome) que não adianta se iludir, achando que a pessoa nunca vai trair você. Que isso, mais hora menos hora vai acabar acontecendo então melhor é cultivar um relacionamento aberto, em que há espaço para relacionamentos extra-conjugais. Enfim, se a pessoa está com vontade, deixe - a ser leal aos seus próprios sentimentos e dar vazão a eles. Para que ficarem ambos se reprimindo e se enganando?

 

Outra coisa que a escritora disse, é que basta olhar para a história e perceber que embora a traição conjugal tenha sido dura e violentamente reprimida – e que em alguns países ainda é – as pessoas CONTINUAM traindo... ela exclamava:

“Deve ser algo muito forte que o ser humano tem dentro de si. Um ímpeto violento por trair, por VARIAR”

 

VARIAR...

 

            ...juro que me entristeceu assistir ao programa. Me entristeceu tanto que eu nem terminei e vim correndo aqui, para escrever. Porque fiquei me perguntando... será que a lealdade e fidelidade são tão ruins assim? Será que a satisfação sexual – ou a variação sexual – é tão fundamental para a vida de uma pessoa que sobrepõe-se à idéia do amor fiel...?

            Não me sinto feliz... não me trás alegria pensar num relacionamento assim. Mesmo que não tivesse nenhum padrão moral que se opusesse a isso... mesmo que pudesse encontrar satisfação sexual abertamente com outras pessoas, sendo casada... não consigo imaginar isso e sentir alegria... e pensar “Cara, imagina que massa, ser casada, ter a segurança e a estabilidade que essa relação trás e ter toda liberdade sexual do mundo, pra sair com quem eu queira....”

 

            Claro, não sou casada, não posso falar com total maturidade e conhecimento da situação...

só posso compartilhar da profunda tristeza e desânimo que essa idéia me trás.

            Prefiro ainda pensar, que possa haver satisfação dentro do casamento.

Que a fidelidade e a lealdade tem sim, tudo a ver.

E que incentivar o parceiro a ser fiel a Deus, e você SER fiel ao parceiro, é a maior prova de amor que alguém pode dar...”



Escrito por Carol pierosan às 13h43
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COMPANHIA

 

 

As pessoas não sabem o poder que possuem sobre a vida umas das outras...

O simples fato de você existir, pode trazer tal conforto à vida de alguém,

 que esse pode passar a gostar mais de existir, só por estar ao seu lado.

   Companhia, é o que torna a vida suportável...

... a voz do outro, a cor do olho, o sorriso cúmplice e o abraço que sustenta as lágrimas ... 

O fato de poder olhar para alguém, de poder ouvir, até mesmo que está errado...

            E não é preciso sempre estar apaixonado, as vezes é um amigo, ou alguém que você admira...

Quando se tem companhia, se passa fome, se fica sem dormir (vários dias), se anda a pé e se toma chuva...

            Ttudo fica mais suportável, mais divertido, já não tão complicado...

O que é sem graça e banal, torna-se especial...

 

 

FAÇA COMPANHIA PARA ALGUÉM HOJE!

 

 

"Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.

Pois se caírem, um levantará o seu companheiro;

mas ai do que estiver só, pois caindo, não haverá outro que o levante.

Também se dois dormirem juntos, eles se esquentarão.

Mas um só como se esquentará?

E se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão;

o cordão de três dobras não se quebra tão depressa."

(Eclesiastes 4: 9-12)



Escrito por Carol pierosan às 00h46
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OLHA ESSA FORMIGA!

Cara... olha essa criatura! Quando eu vi essa formiga... (na verdade eram várias carregando folhinhas, mas essa era a campeã!), não pude não me EMOCIONAR! Eu queria beijar a formiga! Queria ajudá-la, levar a folha pra ela... mas é incrivel. Quando você tenta tocar na folha, elas a derrubam no chão e saem correndo desesperadas! (claro que não sabem que você as vai ajudar e não esmagar)...

Mas eu fotografei essa criatura em Atibaia, São Paulo  - no ano passado, quando estive lá para me despedir do pessoal antes de ir para os EUA - porque me identifiquei muito com ela...

Eu pareço essa formiga... tenho umas folhas gigantes nas costas...

quando Deus vem tentar dar uma mão, e tirar a folha, para tentar levá-la pra mim...

eu entro em surto, me desespero.... e fujo! heheh estúpido né?

 

   

Fora analogias viajonas, essa formiga é o máximo!

INCRÍVEL!

"See the world in green and blue

See China right in front of you

See the canyons broken by cloud

See the tuna fleets clearing the sea out

See the Bedouin fires at night

See the oil fields at first light

And see the bird with a leaf in her mounth

After the flood all the colors came out 

It was a beautiful day

Don’t let it get away

Beatiful day

Touch me

Take me to that other place

Reach me

I know I’m not a hopeless case"

 

(Beautiful day - u2)

 



Escrito por Carol pierosan às 00h09
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OOOPSSS!

 

E PARA A ALEGRIA DE ALGUNS...

HAHAH! BRINCADEIRA LUIS!

E VIVA O KETCHUP!

 



Escrito por Carol pierosan às 00h12
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O PROBLEMA DO TÉDIO....

 

Ciro Fabres, em “mini-palestra” para a turma de redação em radiojornalismo, disse na última segunda-feira :

“É impossivel  alguém sofrer de tédio. Ouvimos falar muito desse problema hoje em dia...fulano está desanimado, entediado... ciclano também... eu acho impossível alguém sofrer disso se tentar manter-se aberto para o mundo ao seu redor... se observar o que acontece permitir-se envolver com grupos diferente...”

Enfim, não foi EXATAMENTE isso que ele disse... até porque a aula foi Segunda e isso para mim parece mês passado já...

 

Mas o que é esse problema de tédio?

"Será que eu sofro disso...?" fiquei pensando ... serei eu mais uma vítima do tédio?

 

O tédio ataca as pessoas perdidas... que não sabem muito bem porque estão por ai e aonde querem chegar...

O tédio, ataca aqueles que não tem criatividade... acho que os preguiçosos também...

Entediar-se é conformar-se com a própria situação, é esperar...

Acho a cidade entediante... acho a tv um saco, acho o rádio chato muitas vezes... acho as pessoas vazias e sem graça... acho que o tédio afinal é um problema geral crônico... e contamina... vc vê alguém com tédio... e ele afeta você... alguém reclamando da vida... e vc cai no marasmo...

 

Mas apesar disso tudo não sofro do "problema do tédio" ...

Na verdade sinto que nunca terei tempo pra fazer tudo o que eu quero... porque eu quero viver demais... para sempre...

 

Mas fiquei curiosa...  a vida é tão entediante assim? È tão difícil se divertir?

Sei lá... acho que a melhor luta contra o tédio é a observação das coisas simples... de uma formiga carregando uma folha 20 vezes maior que ela... da direção que cai a chuva... o mar... meu deus...! Só ficar olhando pra ele acaba com qualquer tédio que eu possa sentir... tudo isso parece meio brega, mas é verdade, pelo menos para mim.

 

Vamos tirar a bunda do sofá... e sair da frente do computador... paremos de ficar no msn e no orkut e vamos dar uma volta na quadra...!

 Dê uma olhada na cara da primeira pessoa que cruzar com você... observe o que acontece ao seu redor e quem está sentado ao teu lado no ônibus...

Há tanto pra se ver! Pra se fazer! Para se aprender...!

 

 

 

 

 

ABAIXO O TÉDIO...!

 

Vc sofre de tédio?

 

O que você faz para combatê-lo?

 

Estou curiosa....! escreve ai!

 

 



Escrito por Carol pierosan às 23h28
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